Toda premiação da Transbatista segue a mesma regra: quem sobe para receber a medalha é o grupo inteiro. Titular, reserva, o menino que entrou no segundo tempo e o que ficou no banco torcendo.
É assim porque o resultado do jogo é a parte menor da história. O que celebramos é o aluno que não faltou a nenhum treino, o que aprendeu a respeitar o árbitro, o que ajudou o colega mais novo a amarrar a chuteira.
As medalhas voltam para casa e ficam na parede. E a parede de muita casa do bairro hoje conta a história de uma escolinha que insiste em acreditar.



